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A Place To Call Home

Estávamos em Novembro quando tive hipótese de entrevistar o Pedro Nunes para a Rádio Voz de Alenquer sobre o lançamento do primeiro álbum dos Remote.

Já tinha tido a possibilidade de ouvir alguns temas que eles tinham partilhado nos últimos meses, mas estava entusiasmada para ouvir mais e saber como soaria o resultado final. Por isso quando fui presenteada com uma das primeiras cópias do A Place To Call Home, não consegui deixar de o pôr a tocar na primeira oportunidade que tive.

Ainda tinha o Pedro no retrovisor quando a primeira música do álbum, Walk Away From Me, começou a tocar nas colunas do meu carro.

Para quem me conhece bem, sabe que uma música que tenha personalidade, guitarra e bateria, facilmente me chama a atenção. E foi mesmo isso que aconteceu quando ouvi esta primeira música. Pouco tempo demorou até que eu tivesse o som alto demais e estivesse a tiritar com os dedos no volante.

A segunda música, Black Butterfly, era uma das que já tinha ouvido uma preview e pude dizer logo ao Pedro ainda durante o programa, que já era uma das minhas preferidas do álbum. Meses depois e já com ela ouvida ao vivo, continuo a dizer o mesmo ainda com mais certeza.

Lembro-me que só nessa noite, entre sair da rádio, ir beber um café com uma amiga e a meia-noite, ouvi o álbum duas vezes. No final da noite já o devia ter ouvido em loop umas 5.

Nessa noite não só tive a certeza que tinha apostado bem neles há um ano atrás, como este era o melhor álbum que tinha ouvido em muito tempo.

Take Me Home, Ever Since You Left, Got You e Searching ficaram encravadas dentro de mim depois dessa noite. Não vos posso dar pormenores, mas vamos só dizer que são boas músicas para criar bons momentos!

Um misto de rock com baladas que vocês não vão conseguir não querer ouvir uma e outra vez. Coros nas melhores partes. A bateria do Chris a fazer-nos não conseguir parar quietos com o joelho e a cabeça.

Querem um álbum novo, feito em Portugal, cheio de garra e músicas que vos vão viciar antes sequer de chegarem à última música? Então este é o álbum!

Podem encontrar o álbum no iTunes ou ouvir uma prévia no Spotify.

Para acompanharem todas as novidades dos rapazes, acompanhem-nos pela página oficial da banda no Facebook!

<3

PS: Obrigada, Remote, por me porem sempre ao corrente das vossas novidades e me terem presenteado com este fantástico álbum! É um prazer acompanhar o vosso trabalho, rapazes!

PS2: Para ficarem a saber mais sobre os Remote, podem ler o primeiro post que escrevi sobre eles em 2012 e o último post, sobre o concerto deles no Hard Rock Cafe no passado dia 17.

Remote

Remote: mode on no Hard Rock Cafe Lisboa

Para quem me segue sabe que conheci estes rapazes em 2012 quando apresentava junto com o João o 10&Tal na Rádio Voz de Alenquer.

Uma entrevista marcada pela rádio com uma banda pop-rock dos arredores de Lisboa que andava a correr as rádios de todo o país e tínhamos o  Brian e o Pedro em estúdio para nos darem a conhecer o primeiro single da banda, Elevator.

Passados quase dois anos, não me arrependo nada de lhes ter dito logo ali que eles iam longe!

Os Remote lançaram o seu primeiro álbum, A Place To Call Home, no último verão e têm estado a causar sensação desde aí, já tendo passado pelo Curto Circuito e entrevistados pelo Diário de Notícias.

Esta semana foi altura de subirem a um dos palcos mais especiais de Portugal e eu estive lá para vos contar tudo!

Passava pouco das 23h quando os rapazes entraram em palco para se apresentarem a uma sala praticamente cheia.

Com o nervosismo normal de quem está a actuar pela primeira vez para um público novo, presentiaram-nos com Black Butterfly, uma das minhas músicas preferidas do A Place To Call Home.

Para quem arrastou mais 5 amigos e ouviu o álbum em loop durante toda a primeira noite em que o teve nas mãos, eu não podia estar mais entusiasmada para ouvir o resultado ao vivo. E não podia ter mais razão para isso…

Com a energia contagiante do Josh, a magia das baquetas do Chris, a paixão pelo baixo do Pedro, as notas certas do Flávio, os Remote conseguiram não só convencer-me a mim, mais uma vez, como aos meus 5 amigos. Mesmo os que não costumam ouvir pop-rock ou rock.

Não falei do Brian? Ainda preciso de dizer alguma coisa? O rapaz ganhou uma fã no momento em que o ouvi cantar pela primeira vez Elevator na rádio! Brian, rendo-me à tua voz! Podes vir cantar-me a Take Me Home aqui a casa sempre que quiseres!

Rapazes, muitos parabéns! Foram fantásticos!!

<3

Ainda não conheces o novo trabalho dos Remote? Não percas tempo e ouve já alguns dos temas na página do Facebook deles ou no canal do Youtube.

Para saberem mais sobre este álbum e o que eu realmente acho dele, aguardem o post de amanhã. Prometo uma review muito diferente do que estão habituados a ver!

Se entretanto quiserem saber mais sobre o que disse dos Remote há dois anos atrás, podem fazê-lo aqui e aqui.

Blogmas: dia 11 + Não me sai da cabeça

Se houve um dia estranho este mês, este foi o dia…

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Véspera do último dia de exames, as últimas dúvidas a pairar, stress a carregar… Enfim, um dia daqueles, sabem? Mas no final, com um 9&Tal especial músicas românticas e um cházinho depois com as melhores companhias, tudo se endireitou.

Só tenho pena que com isto, não vos tenha melhor foto para vos trazer. E, como já sabem, ter tirado esta já foi uma sorte.

Mas tenho algo que penso que é melhor ainda: a música que tem andado pela minha cabeça nos últimos tempos na melhor versão de sempre.

httpv://youtu.be/MpHrkbma3ng

Sim, estes senhores da BBC Radio 1 não fazem por metade. Outros actuações no Live Lounge que têm que ver: 30 Seconds to Mars a tocarem esta maravilhosa versão de Stay, Birdy a cantar Let Her Go dos Passenger e os Arctic Monkeys com Hold On, We’re Going Home do Drake.

<3

PS: Os Blogmas andam bastante atrasados, mas podes ler os primeiros 10 aqui e acompanhar tudo ao instante na página do Facebook. Let’s go, faltam 13 Blogmas para a noite de Natal!